28/01/2026
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Em 2026, o uso do PIX exige atenção redobrada dos empresários. A Receita Federal intensificou o cruzamento de dados financeiros com informações declaradas, facilitando a identificação de inconsistências entre valores recebidos via PIX e o faturamento informado. Diferenças podem levar à malha fina, com risco de multas elevadas, juros e fiscalizações mais rigorosas.
Entre os erros mais comuns estão a falta de declaração de vendas ou serviços pagos via PIX, a mistura de contas pessoais e empresariais e a movimentação de valores incompatíveis com a renda ou faturamento declarados. Também geram alerta os recebimentos frequentes de múltiplos CPFs ou CNPJs sem documentação e o uso da conta como intermediária para repasses a terceiros, prática vista pelo Fisco como potencial ocultação de receita.
Para evitar problemas, é essencial separar contas, emitir notas fiscais, manter registros claros da origem dos valores e alinhar a movimentação financeira às declarações fiscais. O PIX é uma ferramenta eficiente, mas, sem controle e organização, pode se tornar um passivo tributário relevante. Em 2026, conformidade e transparência são indispensáveis para a segurança do negócio.
Fonte: Portal Contábeis
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